quinta-feira, 21 de abril de 2011

Paresia de membros torácicos

Atendi a paciente chamada Bady com quadro clínico de paresia de membros torácicos, que estavam extremamente rígidos. A Bady é uma cachorra da raça Rottweiler muito querida, e é muito triste vê-la assim, infelizmente é mais um caso de cinomose. Vamos iniciar o tratamento com a ribavirina hoje. Aos poucos vou relatando o caso dessa linda amiga de pêlos.









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sexta-feira, 15 de abril de 2011

O que a neurologia tem de diferente?

Muitos veterinários acham a neurologia difícil e complicada, mas o fato é que ela requer a localização exata da lesão. Por isso um exame neurológico detalhado é essencial para estabelecer o local lesado e possíveis diagnósticos, deste modo, se necessário solicitar exames complementares.
Hoje em dia a veterinária esta muito mais avançada, com isso, após a localização da lesão há vários métodos de diagnóstico complementar disponíveis. Por fim, após o diagnóstico estabelecido, animais com problemas neurológicos não podem ser condenados, ou colocados em segundo plano, já existem tratamentos para as diferentes enfermidades do sistema nervoso.









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quarta-feira, 13 de abril de 2011

Caso Suli - Cinomose e Acupuntura


                                                                                                                                                                                Suli é uma cachorrinha que foi encaminhada por apresentar um quadro neurológico que não respondia aos tratamentos convencionais. Mas, ao examiná-la percebi que era uma caso de cinomose não aquela típica que todos estão acostumados. Enfim ela estava tetraplégica, solicitei os exames necessários, diagnosticando a cinomose e iniciamos o tratamento. Este é feito com anti-viral e claro outras medicações em conjunto. Durante o tratamento ela teve acompanhamento neurológico e a melhora foi gradativa e importante. Porém ao final ainda apresentava algumas sequelas e então foi encaminhada para a acupuntura. Hoje a Suli esta andando e seus proprietários estão muito satisfeitos. Vale a ressalva, antes de tratar as consequências da cinomose temos que interromper o curso da doença. O caso da Suli foi publicado no 5ºNeurovet em março, ficou famosa a moça!








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sexta-feira, 8 de abril de 2011

Cinomose tratamento da doença

Como eu já havia mencionado, a cinomose é uma enfermidade infecciosa de difícil tratamento. As minhas esperanças de tratamento está no uso de um antiviral chamado de ribavirina. Já exitem estudos com essa medicação que apresentaram resultados satisfatórios, e a minha experiência clínica tem sido positiva. Estou conseguindo parar o curso da doença, mas muitas sequelas ainda ficam, sem contar a propagação do vírus que houve enquanto ainda não usamos o antiviral. Além disso, o cãozinho precisa de avaliação constante. Mas, enfim, temos nas mãos mais uma arma contra esta terrível doença que afeta milhares de cães todos os anos.

Vai aí mais uma vez, por favor vacinem seus animais!















quinta-feira, 7 de abril de 2011

Cinomose

Esta é uma doença terrível e de difícil cura, fazer a vacina é essencial.
Já atendi inúmeros casos, e a maioria dos cães não sobrevivem. Mas, agora com um novo tratamento há esperança!

Entretanto não deixem seus cães sem vacina!!
Amanhã vou postar o caso muito interessante, não deixem de ler.








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quarta-feira, 6 de abril de 2011

Caso Adolf - Convulsões

Este é um caso que me trouxe muita alegria.
Adolf é um cão pastor alemão que na época estava com menos e um ano de idade e muitas crises convulsivas (2006). Os medicamentos de rotina não controlavam suas crises, que cada vez eram piores.
O proprietário estava muito preocupado, durante as crises ficava junto do seu amigo, colocando até um colchão próximo ao cão para que pudesse dormir, mas não abandoná-lo.
Fui atende-lo em um dia de muitas crises. Conseguimos controlar as convulsões e assim prosseguir na investigação da causa.
O que estaria acontecendo com Adolf? O que estava fazendo ele ter tantas convulsões e tão violentas?
Foram feitos exames de sangue e conseguimos detectar que nosso amigo tinha problemas no metabolismo e por isso ele tinha tantas crises.
Hoje, seis anos depois Adolf tem alguma convulsão uma vez a cada 8 meses, ou até menos, porém bem mais leve. Continua tomando seus medicamentos e com alimentação equilibrada. Vive uma vida normal de cachorro, brinca, late, rosna, corre atrás de passarinho, faz travessura. Ah! Seu proprietário? Esta muito feliz.

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